Eu tenho uma grande preocupação quanto à Igreja e ao futuro do evangelho no mundo, principalmente no Brasil.
É praticamente um fato que os Estados Unidos está há uns 100 anos a frente do Brasil em quase todos os segmentos da sociedade. Sempre os copiamos.
Todos os movimentos evangelísticos que tivemos, chegaram de lá, onde ocorreu muito antes.
Alguns fenômenos do maior país evangélico do mundo: morte de igrejas (de todos os portes), praticamente extinção das pequenas igrejas, surgimento de mega-igrejas (onde tem a obrigatoriedade de ter show em todos os eventos), pastores, cantores e membros celebridades, igrejas com teologias duvidosas, heresias, etc.
Aliás, os artistas gospel muitas vezes tem musicas que parecem o livro de Ester – não falam de Deus, nem tem referência alguma sobre algo ligado a Palavra.
A maioria desses fenômenos já chegou aqui e outros estão já acontecendo.
Não sendo retrogrado, mas olhando para o exemplo da igreja bíblica, vejo que necessariamente a igreja deve ser uma comunhão fraternal.
Mega-igrejas podem oferecer isso? Artistas gospel ou líderes celebridades são exemplo de igualdade e comunhão?
Todos gostam de chegar numa grande igreja, com estacionamento, entrar, ver um show com músicos e cantores maravilhosos, uma palavra que o anime, e ir para casa sem ser incomodado, permanecendo no anonimato e consequentemente sem compromisso com nada nem ninguém. Fica por conta de cada um.
Isto é saudável para a fé? Traz uma boa comunhão com Deus? São pastoreados ou ajudam na fé os mais novos?
Bem... para não me estender muito por hoje, continuo amanhã. Fique com Deus.